De última hora resolvemos fazer o pedal e fomos (eu e o João) até o Ponto da Sorte. Muito areião e uma lua gigante (antes dela aparecer, parecia que o mato ao longe estava pegando fogo, de tão vermelho/laranja que o céu estava). Encontramos uns sete ciclistas pelo caminho, e dois coelhos cruzando a estrada. A Estrada do Transbordo estava seca e o tráfego de caminhões estava intenso. Tivemos que percorrê-la atrás de um caminhão da usina que não estava nem rápido e nem devagar. Muita poeira!


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