CICLISMO EM VOTUPORANGA

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domingo, 25 de abril de 2021

Curicaca (Theristicus caudatus)

Por Dario Sanches - originally posted to Flickr as CURICACA (Theristicus caudatus)

Muitas vezes eu já havia visto e ouvido essa ave durante os pedais nas estradas de terra. Não sabia o nome e resolvi pesquisar. Ela se chama Curicaca. É uma ave de porte médio (tamanho de um ganso adulto) e tem esse bico bem característico. Agora, caso você a veja, já sabe o nome dela. Abaixo, um vídeo do canto do bicho.

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Treino MTB - Parisi por Álvares - 21/04/2021


Poucos PÉ DE FRANGO quiseram ir pedalar no feriado. Manhã fria de meio de semana, ficar na cama até mais tarde parecia convidativo. Mas eu e João fomos até Parisi tomar um suco na quitanda. Saímos pelo Banespinha e fizemos uma série de estradas, alternando entre terra e asfalto. Bastante subidas e vento. Aos poucos o frio foi passando e a beleza das estradas valeram os quilômetros rodados e o levantar cedo.







segunda-feira, 19 de abril de 2021

Treino MTB - Carrilho pelo Teletubbies - 17/04/2021


No sábado (17/04/2021) OS PÉ DE FRANGO foram até o Carrilho, experimentando um caminho novo. Fomos até Roseira e fizemos o Teletubbies ao contrário. Cruzamos a estrada que desce para Água Amarela e seguimos em frente. Graças ao gps fomos entrando em várias estradinhas até chegar próximo ao Carrilho. Felizmente o bar estava aberto e tomamos uma Cotuba gelada. Voltamos à Cosmorama beirando o trilho, e de Cosmorama a Votuporanga fizemos o caminho tradicional, parando na Roseira na esperança de tomar garapa mas, por falta de cana (!), não estavam fazendo.

Todas as fotos do treino estão AQUI.

Abaixo, seguem algumas selecionadas. Até à próxima.











sexta-feira, 16 de abril de 2021

Ferramentas que levo no pedal


Além do canivete de ferramentas, da câmara de ar, CO2, espátula e do espeto e macarrão de reparo do tubeless, levo alguns outros itens que julgo essenciais para não ficar à pé.

A - Mangueira flexível para encher o pneu. Esse eu fiz usando um adaptador de bico fino para grosso, um pedaço de mangueira e uma válvula fina de câmara de ar velha. Na bike road, devido ao aro de carbono ser de 50 mm, a válvula da câmara de ar que é de 48 mm não tem tamanho suficiente para aparecer fora do aro. Então é necessário usar um prolongador de válvula, que é rosqueada na válvula da câmara. Já tive experiência de tentar encher o pneu na estrada com a bomba de mão e devido à força de vai-e-vem que é exercida na válvula, esta se quebrar ou quebrar o prolongador. Com o auxílio dessa mangueira, não ocorre tanta força na válvula/prolongador, diminuindo a chance de danificá-la.

B - Pedaço de corrente. Também já tive várias experiências de ter que emendar a corrente durante o pedal. Como é uma situação de emergência, sempre foi retirado o elo quebrado/torto e feita a emenda sem substituição. Mas eu carrego esse pedaço por precaução, pois vai que um dia seja necessário, por falta de um pedaço de corrente é que não fico à pé. Lembrando que ambas as minhas bikes (road e mtb) são de 10v, e esse pedaço de corrente é compatível com elas.

C - Power link. Leve sempre um power link sobressalente. Se você não tiver uma chave extratora do pino de corrente na hora, você consegue remover o pino com um prego e uma pedra, mas não vai conseguir colocar o pino de volta. A única solução para emendar a corrente será com o power link. Lembrando que ele tem que ser compatível com a corrente de sua bike (8v, 9v, 10v, 11v ou 12v).

D - Macarrão para tubeless. Até agora não foi necessário fazer nenhum reparo no tubeless da mtb. Mas tenho que carregar alguns macarrões reserva para uma eventualidade. Ao todo carrego 3: um já no espeto dentro do guidão e esses dois reserva.

E - Pino de corrente. Esse pino é para fazer emenda de corrente. Também deve ser compatível com sua corrente (8v, 9v, 10v, etc.). Quando se extrai o pino da corrente, esse pino é meio chato de recolocar, pois tem as extremidades retas. Esse pino reserva tem uma das extremidades pontiaguda, o que facilita a colocação. Depois de emendada a corrente com esse pino, há nele uma parte com uma ranhura para quebrá-lo e deixá-lo com o tamanho correto.

F - Chave para tirar o núcleo da válvula. Agora com o uso do tubeless, a válvula tem o núcleo removível (rosqueável). Para retirá-lo para fazer alguma manutenção no tubeless ou mesmo desentupir a válvula (pois o selante às vezes cria uma borra que impede o funcionamento da válvula), é necessário essa pequena chavinha.

G - Pinça. Quem anda de road sabe como às vezes é difícil retirar aquele fiapo de aço que se desprende das ressolagens estragadas dos pneus dos caminhões e entra no pneu da bike. Até conseguimos localizar o fiapo mas nem sempre conseguimos removê-lo. Com a ajuda da pinça fica fácil.

H - Chave extratora do pino da corrente. Esse chave é salvadora. Sem ela, muitos pedais teriam que ser abortados pela quebra de uma corrente. Muitos sequem cogitam em levá-la nos pedais e somente quando se vêem na necessidade é que lembram dela. Geralmente essa chave é meio grande e pesada. A que carrego foi retirada de um canivete de ferramentas. É bem pequena e leve.


Tudo vai dentro dessa caixinha no bolso da camisa, juntamente com um saquinho plástico dobrado para colocar o celular em dias de chuva.

Treino MTB - Comunidade / Sanches - noite de 15/04/2021


No entardecer desta quinta-feira (15/04/2021) OS PÉ DE FRANGO fizeram o percurso que passa pela Comunidade Nova Vida e desemboca na Subida do Sanches. Por conta do toque de recolher às 20h, temos saído às 18h para chegar a tempo. Do Condomínio Athenas, logo entramos à direita na Estrada do 27, ao passarmos pela Comunidade viramos à esquerda, cruzamos a 27, passamos pela Capela do Cruzeiro e na Fazendo do Dr. Maurício viramos à esquerda. Fomos sair na Subida do Sanches. Ali próximo, devido ao areião, o Celso teve uma queda. Passamos pela Subida, viramos à esquerda no sentido Simonsem, passamos pelo distrito e voltamos à Votuporanga pelo acostamento da Rodovia Euclides da Cunha, para evitar a lama da Estrada do Transbordo. Com a ausência de chuvas, muitos bancos de areia já estão se formando nas estradas.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

As mini bombas de ar que carrego nas bikes


Quando saímos para pedalar precisamos sempre estar prevenidos. Como ciclista é aventureiro e gosta de ir longe e experimentar caminhos novos, nem sempre nesses lugares existem recursos para uma eventual necessidade de socorro. Um pneu furado numa estrada remota e deserta pode acabar com a diversão e dar trabalho para familiares ou amigos que precisarão te buscar. Muitas vezes uma simples bomba de ar faz falta. Nas minhas bikes (road e mtb) sempre carrego as tais mini bombas, cujos suportes vão fixo no quadro. Levar uma mini bomba é importante; mais ainda é que ela seja funcional. Certa vez, numa necessidade de encher um pneu de um amigo, outro amigo que tinha uma bomba tomou a iniciativa e, com boa vontade, resolver ajudar. Porém, a bomba estava muito ruim (não enchia) e acabou esvaziando ainda mais o pneu. Como a câmara de ar era de bico grosso e os demais só tinham bomba para bico fino, tivemos que trocar a câmara de ar para resolver o problema.

Já experimentei várias marcas e tamanhos. As que estou usando agora são da Specialized. Essas mini bombas da série AirTool são fora de série. São pequenas e muito eficientes. Existem modelos específicos para mtb e road. A da mtb privilegia volume de ar, enquanto a da road foca na pressão. O corpo das bombas são de alumínio e o cabo tem um encaixe giratório que a fixa no corpo, impedindo de ficar balançando ou vibrando durante o pedal. O bocal é intercambiável para válvulas finas e grossas, mas a válvula grossa não entra. Esse é um ponto negativo.

A foto acima mostra em detalhe a bomba de mtb. Além da saída de ar convencional (prateada), ela ainda conta com uma entrada para cilindro de CO2 e uma saída exclusiva para esse uso (em cor azul). 

A bomba da road veio nela quando comprei a bike. A da mtb comprei usada na internet (achei por um preço muito baixo).

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Treino: Comunidade / Cruzeiro / Vila Carvalho / Aeroporto na quarta (07/04/2021)


Na quarta (07/04/2021) à noite, saímos defronte do condomínio Athenas, na 27, e fizemos Comunidade, Cruzeiro, Vila Carvalho e Aeroporto. Devido ao tempo curto (20h tem o toque de recolher do decreto estadual) não fizemos Vanágua. Treino excelente para se fazer rapidamente no meio da semana.

Foto: Kleber Horta.


Treino: Ponto da Sorte na segunda à noite (05/04/2021)

 

Na segunda à noite fizemos o trajeto do Ponto da Sorte, saindo defronte ao Posto Konstru, passando pela SAEV e seguindo por terra até o Ponto da Sorte. Bastante areião e vento contra nas subidas (tudo o que ciclista gosta). Uma tempestade se aproximada, com relâmpagos e o vento trazendo poeira. Voltamos pelo Caminho da Sombra, cruzamos a rodovia Euclides da Cunha, passamos pelo Porto Seco e chegamos pela 27, antes do toque de recolher (20h).

Foto: Kleber Horta.


quinta-feira, 8 de abril de 2021

As reais desvantagens do tubeless na bike

Kit que carrego: câmara de ar, CO2 e kit remendo (faltou a bomba manual).

Há muitos sites e vídeos explicando as vantagens e desvantagens de se usar tubeless na bike. Geralmente apontam mais vantagens que desvantagens. Então, para não chover no molhado, pretendo sair da superfície e aprofundar um pouco mais no assunto.

Converter para o sistema tubeless tem um custo inicial. Primeiro, é essencial que os pneus sejam apropriados para a conversão. Se não forem, ao inflar os pneus, eles vão ficar merejando o selante pelas laterais (que não tem a composição correta de borracha para torná-los "impermeáveis"). Além dos pneus, será necessário tirar as fitas convencionais dos aros e substitui-las por fitas apropriadas para o sistema tubeless (eu usei Silver Tape e até agora está tudo em ordem). Também será necessário um par de válvulas com núcleos removíveis. Essas válvulas têm a vantagem de facilitar a inserção do líquido selante, de facilitar a inflação dos pneus e também de desobstruir as válvulas quando o selante cria uma camada que entope a passagem do ar. Será necessário também o líquido selante (inicialmente 120 ml para cada pneu). Esse é o ponto de partida.

Uma vez montado o sistema, muitos argumentam que com o tubeless não é necessário mais se preocupar com furos. Isso não é verdade, pois a preocupação com os furos se torna ainda maior.

Prova disso é o uso e manutenção do selante dentro do pneu. Usando tubeless o pneu vai continuar furando e para evitar que o pneu esvazie, usa-se o selante, que coagula ao sair pelo furo. É necessário ficar atento para não deixar o pneu sem selante "fresco", pois o mesmo acaba secando com o tempo ao criar uma crosta emborrachada por dentro do pneu. Recomenda-se repor o selante a cada três meses (aproximadamente 60 ml em cada pneu) e periodicamente retirar a crosta interna, o que dá trabalho. Então, se você estiver pedalando bem distante de casa, e o pneu furar e estiver sem o selante em dia, ou você vai ficar a pé ou vai ter que colocar uma câmara de ar.

Outra desvantagem do tubeless é quando o furo é grande demais para o selante conseguir vedar. Nesse caso, vai vazar ar e selante, e você vai ficar à pé se não tiver o kit reparo de tubeless composto do macarrãozinho e do espeto. Portanto, além da verificação periódica do selante, aqueles que são prevenidos precisam carregar o tal kit reparo. Sem o kit, ao furar seu pneu convertido em tubeless, você vai ter que colocar uma câmara de ar para conseguir chegar em casa pedalando.

Outra desvantagem do tubeless é quando o pneu esvazia completamente. Se o pneu descolar do aro, você vai precisar de um compressor de ar para inflar o pneu. Imagine que você está pedalando no meio do mato e tem um problema desse. Onde você vai encontrar um compressor de ar. Talvez alguma fazenda mais equipada tenha um recurso desse. Caso contrário, você vai precisar andar com um cilindro de CO2 para inflar seu pneu. Sem ele, você vai ter que colocar uma câmara de ar para seguir pedalando.

Portanto, se você é prevenido e não deseja incomodar ninguém para te buscar de carro devido a um pneu furado convertido para tubeless, você vai precisar carregar uma câmara de ar, CO2 e um kit reparo, fora a bomba de ar manual; ou seja, de qualquer maneira, vai precisar da câmara de ar. Ou seja, se antes você carregava uma câmara de ar reserva e a bombinha manual, agora vai precisar de mais alguns acessórios para não ficar à pé.

Alguns ainda argumentam que com o tubeless a pedalada fica mais macia devido a poder andar com a pressão mais baixa, o que seria inviável se usasse câmara de ar, por conta do risco de alguma pancada "morder" a câmara. Sem dúvida, com a pressão mais baixa a pedalada fica bem mais confortável. Porém, como acontece com automóveis e motocicletas que rodam com os pneus descalibrados e o consumo aumenta, rodar com a pressão mais baixa na bike também aumenta a resistência à rolagem, fazendo você dispender mais energia e força, ficando mais cansado.

Portanto, há vantagens e desvantagens em usar tubeless. A vantagem que vejo é a probabilidade bem menor de você interromper o pedal por causa de um furo no pneu. Isso é fato. Na grande maioria das vezes o pneu vai furar, o selante vai vedar, e você nem perceberá que isso aconteceu. Mas, se você faz pedais longos e para lugares remotos onde nem sempre o sinal do celular pega, nem há recursos próximos para te socorrer por conta de um simples pneu furado, fique atento ao equipamento que você talvez precise. Se os trajetos que você costuma fazer têm muitas pedras, buracos, raízes, o tubeless é quase uma necessidade. Se for mais estradões de terra, pneus com câmara de ar satisfazem muito bem.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Vacina da Pfizer

 


Treino - Paredão de Fernandópolis - 05/12/2020

Finalmente fui ao Paredão de Fernandópolis. Ir para Fernandópolis (uma cidade próxima aqui de Votuporanga) eu já tinha ido várias vezes. Por asfalto, com a bike road, já perdi a conta. Por terra, de mtb, duas vezes. Mas no Paredão foi a primeira. O Paredão é um local chamado assim pelos ciclistas devido à encosta de uma elevação que foi escavada para a passagem da linha férrea. A escavação foi grande, e para que a encosta não desbarrancasse foi feita uma estrutura (um paredão) de concreto com desenho diferente.


Muitos ciclistas vão até lá. Nesse dia 05/12 em que fui (com mais três PÉ DE FRANGO) havia uma turma grande visitando o local.

De Votuporanga até o Paredão, ida e volta, o gps contabilizou 100 km. Mas é um percurso relativamente plano. De Votuporanga até Valentim Gentil é asfalto. De Valentim a Meridiano também é asfalto (com apenas 2 km de terra). De Meridiano a Fernandópolis é terra. Precisa atravessar Fernandópolis (asfalto) e pegar cerca de 3 km de terra até chegar ao Paredão.


Uma olhada rápida pode sugerir que a parede de concreto não seja tão grande assim. Mas in loco é bem diferente. Vale a pena o passeio.


Vida de ciclista

 


terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Treino - São Benedito / Bairro dos Portugueses - 05/11/2020

Este pedal rende pouco mais de 60 km e passa por dois bairros do pertencentes ao município de Nhandeara: Bairro São Benedito e Bairro dos Portugueses. O Portugueses é conhecido aqui na região pela Porcada existente ali (um restaurante que serve pratos a base de carne suína). O trajeto conta com poucas subidas, um trecho de asfalto entre os dois bairros e não há nenhum bar ou venda no caminho (há um vilarejo próximo ao Bairro dos Portugueses mas é meio fora de mão). A parte mais difícil é já chegando em Votuporanga, da Vila Carvalho até Votuporanga, pois a canseira, um trecho em subida e o areião fecham o pedal com chave de ouro. CLIQUE AQUI para ver algumas fotos.


quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Treino - Scriboni - 21/11/2020

Ir para Scriboni é sempre muito prazeroso. A estrada de terra que liga Cosmorama a Scriboni é cheia de árvores, subidas curtas, pouquíssimo tráfego e paisagens variadas. Chegar no bar do Scriboni é um alívio. Tomar aquela Coca-Cola ou Cotuba de garrafa de vidro, comer aquela coxinha de massa de mandioca, ah, não tem palavras. Para voltar há várias opções: caminho da vinda, pelo menos outras duas estradas de terra que conhecemos até agora, e uma nova alternativa que fizemos no sábado (21/11/2020) e ainda a estrada de asfalto. De Cosmorama para Votuporanga, pela estrada tradicional, toda plana, é reconfortante. Agora há a opção de tomar um caldo de cana gelado em Roseira. Recomendo fazer esse trajeto. CLIQUE AQUI para ver as fotos.



quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Testei os pneus Chaoyang Phantom com faixa

No pedal noturno (21/10/2020) estreiei os novos pneus Chaoyang Phantom com faixa bege. Embora o pedal tenha sido curto (cerca de 30 km) e devido às chuvas que caíram as estradas ficaram sem areião, mesmo assim consegui ter algumas impressões dos pneus. Usando a mesma calibragem dos Continental (usando câmara de ar) os Chaoyang Phantom são mais macios/moles. Nos trechos com as "costelas de vaca" as ondulações (chatas) foram melhor absorvidas. Quanto à rolagem, não senti diferença, mas como disse antes, a estrada estava um tapete devido às chuvas. Esteticamente ainda estou estranhando a bike. Confesso que gosto dos pneus totalmente pretos. Semana que vem, permitindo Deus, posto mais impressões dos pneus conforme for rodando com eles.



A torneira do Sanches

Pra que é aqui da região de Votuporanga, com certeza já parou no Sanches para pegar água e tirar fotos. É uma chácara ao lado de um pátio de veículos apreendidos (Guincho Sanches, daí o nome) cujo proprietário disponibilizou uma torneira externa para os transeuntes (mormente ciclistas) se dessedentarem. Além da torneira pública, o local defronte à chácara foi decorada com muito bom gosto fazendo uso do tema "bicicleta". Alguns dias atrás (entre setembro/outubro de 2020) passei por ali "seco" para pegar água e nada de torneira. Alguns dias após havia uma torneira diferente da original. Agora fiquei sabendo que algum vândalo quebro a torneira propositadamente. O relato do ocorrido ficou registrado num aviso colocado pelo proprietário.

No Sanches

Numa das nossas paradas

A torneira

Relato / protesto